SAIBA MAIS SOBRE O CURSO
DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO NR 35 - SEGURANÇA NOS TRABALHOS EM ALTURA - NÍVEL TRABALHADOR - APLICADO EM INGLÊS
Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 84
Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
QUAL OBJETIVO DO CURSO DE TRABALHO EM ALTURA?
O curso de Trabalho em Altura tem como objetivo capacitar o trabalhador para executar atividades acima de 2 metros com segurança técnica, comportamental e normativa, conforme exige a NR 35. Ele desenvolve a competência para reconhecer riscos, adotar medidas de controle, utilizar corretamente os equipamentos de proteção e agir em situações de emergência.
Além disso, o curso tem foco em:
Formar consciência crítica sobre comportamento seguro;
Evitar quedas, suspensões traumáticas e falhas operacionais;
Garantir a conformidade legal da empresa e a preservação da vida.

O QUE CARACTERIZA UM TRABALHO EM ALTURA E POR QUE ELE EXIGE ATENÇÃO TÉCNICA E COMPORTAMENTAL RIGOROSA?
Trabalho em altura é qualquer atividade executada acima de 2 metros do nível inferior, com risco de queda. A NR 35 define critérios técnicos, operacionais e comportamentais para garantir a integridade física do trabalhador e a responsabilidade legal do empregador. Mais do que uma altura, trata-se de um estado de exposição ampliada ao risco, exigindo controle absoluto de variáveis como deslocamento, ancoragem, uso de EPI e análise prévia de risco.
A negligência em caracterizar corretamente a atividade pode levar a falhas de planejamento, resultando em acidentes fatais. A consciência primordial entra como chave: não se trata apenas de cumprir norma, mas de identificar e neutralizar a causalidade invisível do acidente antes que ele aconteça.
POR QUE O USO DE LINHA DE VIDA É FUNDAMENTAL MESMO EM ALTURAS PEQUENAS?
A linha de vida, seja vertical ou horizontal, garante a restrição do movimento de queda ou sua retenção segura. Mesmo em alturas modestas, a falta dela pode levar a tombos letais, sobretudo quando há desníveis, vãos, estruturas metálicas ou máquinas próximas.
Os erros mais comuns incluem:
Ancoragem incorreta ou improvisada
Incompatibilidade com talabarte
Ausência de inspeção periódica
Uso por mais usuários que o permitido

O QUE DIFERENCIA O TRABALHO EM ALTURA DE UMA SIMPLES TAREFA ELEVADA?
O trabalho em altura é caracterizado pela exposição real à queda, enquanto uma tarefa elevada pode ocorrer em plataforma fixa, sem risco direto. A diferença está na probabilidade de acidente e na consequência da falha. Subir numa escada de 3 metros sem linha de vida é trabalho em altura; operar uma ponte rolante em cabine fechada, não.
Essa diferenciação é essencial para a aplicação correta da NR 35, dos EPIs, do treinamento e do plano de emergência. Classificar equivocadamente a atividade pode gerar omissão de medidas críticas e responsabilização direta do empregador.
POR QUE REALIZAR O CURSO NR 35 APLICADO EM INGLÊS?
Realizar o curso NR 35 em inglês amplia a qualificação técnica para contextos internacionais, permitindo que profissionais atuem com segurança em ambientes multilíngues, como plataformas offshore, parques industriais globais, operações portuárias ou projetos de engenharia com mão de obra estrangeira. A norma continua brasileira, mas a linguagem operacional passa a ser estratégica.
Além disso, o curso em inglês:
Evita falhas de comunicação entre equipes mistas;
Atende clientes multinacionais e auditorias externas;
Fortalece o compliance global com base na NR 35;
Reduz riscos causados por interpretação equivocada de comandos de segurança.
COMO AS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS AFETAM OS TRABALHOS EM ALTURA?
Chuvas, ventos acima de 40 km/h, baixa visibilidade, umidade excessiva e incidência solar extrema comprometem diretamente a estabilidade, aderência, visibilidade e mobilidade dos trabalhadores. Trabalhar com vento lateral em estruturas metálicas é pedir para o acidente acontecer.
A decisão de interromper a atividade precisa ser técnica, e não política ou produtiva. Se o céu ameaça queda de raio, a suspensão da tarefa é obrigação, não sugestão. Trabalhar em altura exige harmonia com o ambiente, e o clima é um dos primeiros a avisar quando o risco cresce.

ONDE SE APLICAM AS MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAL EM TRABALHOS EM ALTURA?
As medidas de proteção devem ser aplicadas diretamente no local da atividade, na rota de acesso e na estrutura envolvida. Isso abrange pontos como escadas fixas, plataformas suspensas, andaimes, beirais e telhados.
Elas se dividem em:
Proteção coletiva: guarda-corpo, rodapé, redes, escadas fixas com linha de vida.
Proteção individual: cinto tipo paraquedista, talabarte, trava-quedas, linha de ancoragem.
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.